domingo, 26 de fevereiro de 2012

Maripili (Santo Amaro – São Paulo/SP)



Se você gosta de conhecer outras culturas e provar pratos e petiscos autênticos de diversos países, você tem duas opções: viajar pelo mundo ou morar em São Paulo.
Só que esta segunda opção traz algumas armadilhas, como no caso da cozinha espanhola. Aos mais desavisados é possível acreditar que todo espanhol é rico e só come lagosta e paella.

Graças ao Dario Taibo, essa minha ignorância pôde ser superada. Dario é paulista, filho de galegos e morou dez anos em Madrid, onde provou diariamente dos pequenos prazeres do país.
Quando voltou, trouxe arraigada a idéia de reproduzir aqui exatamente o que mais apreciava por lá – a comida simples do dia a dia e os saborosos petiscos servidos nas tabernas hibéricas.
Assim nasceu o Maripili – diminutivo de “Maria Del Pilar”, nome pra lá de comum entre os espanhóis – uma autêntica “tasca” despretenciosa que serve “tapas”, pratos simples e bebidas em uma casinha propositalmente instalada em um pedaço tranqüilo de Santo Amaro, longe do agitado circuito gastronômico paulistano.

Com o intuito de manter a informalidade e a intimidade com os clientes, montou o salão com apenas seis mesas e um balcão com algumas banquetas, do que o Christian e a Karina dão conta com muita agilidade e simpatia. 
Para deixar claro o objetivo da casa, decorou tudo com referências à Espanha, mas com o devido cuidado de não transformá-lo em um espaço temático.
Primeira boa surpresa: a aparente simplicidade e o despojamento da casa escondem uma cozinha estrelada e afinadíssima. Capitaneada pelo chef Luiz Macedo, que já atuou em conceituados restaurantes da cidade, ela oferece sabores premiados e que retratam, de maneira fiel, a cultura gastronômica da Espanha.
O exíguo cardápio estampa apenas dois pratos principais: a picante dobradinha e o rabo de boi cozido no vinho tinto guarnecido de pimentão, berinjela e tomate assados ao azeite, carros-chefe da casa. Mas, uma lousa na parede e outra do lado de fora mostram as sugestões do dia, que são diversas. Mas nem é preciso chegar a elas.

Como se trata mais de um bar do que propriamente um restaurante, os petiscos são ótimos, com muitos frios de alta qualidade e vários embutidos, como o fuet, o chorizo e a sobrassada – todos deliciosos – que são entregues diariamente por um senhor espanhol.
Há ainda diversas “entradas” típicas, como o gazpacho (sopa fria à base de tomate), o revuelto de setas (um tipo de omelete com shitake), o pisto (molho grosso de tomate com pimentão) ou a tortilla de batata, uma das mais pedidas.
E tudo sem fazer concessões ao gosto local ou “abrasileirando” pratos. O que, em nome da tipicidade, também faz um grande bem ao cenário gastronômico de São Paulo.
Para acompanhar tudo isso, uma bela carta de vinhos, com opções em taças e garrafas de vinhos espanhóis, franceses, argentinos e portugueses, entre outros.

E aí, mais uma agradável surpresa. Dario Taibo é também um conceituado enólogo e diretor da “Sociedade da Mesa”, ou “Sociedade do livre exercício dos prazeres da mesa”, um clube de amantes do vinho.
Falando em nome do clube, Taibo é também um dos poucos a dizer todas as verdades sobre o vinho e a tentar “desmitificar” seu consumo, fazendo com que possamos apreciá-los sem “frescuras” ou “endeusamentos”.
Com isso, assim como todo o cardápio, a carta de vinhos do Maripili é simples e direta. Boa e honesta. É, tanto nas opções como nos preços, uma das melhores alternativas da cidade.

Maripili – Rua Alexandre Dumas, 1.152, Santo Amaro, São Paulo. Tel: 5181-4422.
Funcionamento: Terça a Sexta das 12h às 22h, Sábado das 12h às 16h e das 19h às 22h, Domingo das 12h às 16h.

Como não falei em doces, reproduzo aqui a matéria feita pela Jovem Pan com o chef Luiz Macedo e o preparo da Natilla, única sobremesa da casa:





Dona Felicidade (Cunha / SP)



Nem sempre o nome de um lugar serve como referência para aquilo que procuramos.  Em Cunha você encontra caipirinha no Celeiro, cachoeira no Pimenta, cerâmica no Jardineiro e macarrão no Caminho do Ouro. Felicidade, entretanto, é o que você mais encontrará no final da estrada de terra que leva à pousada e restaurante Dona Felicidade.
Os motivos são muitos. O Dona Felicidade nasceu do sonho do casal Almiro Pontes e Maria de Lourdes Lopes Reis – que meia-hora depois de você conhecer serão, para sempre, o Miro e a Lu – que conseguiram trocar, após uma batalha de anos a fio, a insanidade de São Paulo pela tranqüilidade de Cunha.
E este é o primeiro motivo para você ir até lá: Cunha, que por si só, já é um lugarzinho com todos os ingredientes que um bom lugarzinho precisa ter: cultura (são dezenas de ateliers de cerâmica), ecoturismo (já perdi a conta das cachoeiras, parques e mirantes), gastronomia (da boa, com muitas alternativas) e muito sossego e receptividade por todo lado.

Outra razão é o lugar. A pousada/restaurante fica entre as montanhas bem perto da junção das Serras do Mar, da Bocaina e do Quebra-Cangalha, tendo apenas 4 grandes chalés, 3 suítes, as casas dos proprietários, o restaurante, um campinho, a horta e uma infinidade de jardins repletos de flores e frutas.
Como nunca fui hóspede da pousada, pularei esta etapa, embora conheça alguns “freqüentadores” como o Lanes, a Rafaela, o Sílvio e outros que, aparentemente, desistiram do resto do mundo, pois vão para lá em todas as oportunidades que têm. E vamos ao restaurante.
Pois bem, aqui começa o drama. Abro espaço para um aviso importante para não ser posteriormente acusado de nada: se você estiver de regime, não passe nem perto de lá. Se possível, pare a leitura aqui e vá para uma academia. Corra bastante e depois me conte como foi. Mas se você gosta realmente dos prazeres de uma boa mesa, vamos lá.

O restaurante é um galpão bem rústico e bonito, com grandes mesas e um belíssimo deck. Tudo em madeira. A especialidade da casa é a cozinha mineira, bem caipira, do tipo leitão à pururuca com tutu de feijão, couve, torresmo e farofa. As opções são muitas, que vão da rabada com polenta mole até a truta com shitake, passando por galinhadas, moquecas, coelhos e churrascos.
O problema é que o Miro é daqueles caras que nasceu com o dom e a paixão para cozinhar, e tudo que faz, até o mais simples acompanhamento, é maravilhoso. Você já ouviu alguém dizer “nunca comi um arroz tão bom?” Pois eu já. E “é a melhor couve que já comi”? Pois é. Imagine então o feijão, as carnes, os molhos...
Só para dar um exemplo, a farofa, que para nós, leigos, parece a coisa mais simples do mundo, é preparada com três tipos de farinha diferentes, bacon, lingüiça e sabe-se lá mais o quê. E tudo é farto, criado ali ou colhido no pé.

Enquanto o Miro cuida da cozinha, a Lu atende os visitantes. E se ele nasceu com o dom para cozinhar, ela nasceu com a simpatia transbordando por todos os poros. Das seis da manhã até a hora que precisar, ela fica correndo pra lá e pra cá, recebendo todos com um grande sorriso e um abraço, servindo as mesas, contando todas as novidades da cidade, indicando lugares legais (mesmo que concorrentes), preparando uma caipirinha de limão-cravo, contando dez mil piadas, oferecendo um doce de leite e, se tiver música, cantando e dançando. E nem pense em ir embora, porque ela não deixa.
Se você for com crianças, tem mais: Murilo, o principezinho da casa, do alto de seus 7 anos de idade, santista roxo, fã de Neymar e Robinho, bom de papo e de garfo, vive “pescando” os clientes do restaurante para ir jogar bola, conhecer os cavalos, passear pelas trilhas da pousada ou simplesmente ficar conversando em turma, nas redes do quiosque.

Daí, como sempre, você se dá conta que chegou lá de tarde e já é noite faz tempo e a coisa continua animada. E quando você pensa que acabou, o papo recomeça. As ajudantes vão embora, alguns hóspedes se recolhem e os que sobram vão se juntando aos poucos em uma única grande mesa, junto com o Miro e a Lu, para uma última cerveja, um café, um docinho, uma Juveva e mais uma história e outra piada.
E só quando todo mundo já está caindo de sono você consegue ir embora, triste, contando as horas para voltar.

Dona Felicidade – Estrada da Catióca km 1 – Cunha/SP – Tel (12) 3111.1878.



Na parede do restaurante, um grande banner traz o seguinte texto:


Meu nome é Dona Felicidade.
Faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser Feliz.
Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser Feliz!
Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, pois isso é chamado presente.
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
Eu sou casada, sabiam?
Sou casada com o Tempo.
Ah…O tempo é lindo!
Ele resolve todos os problemas.
Ele reconstrói corações, ele cura machucados. ele vence a Tristeza…
Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos:
A Amizade, a Sabedoria e o Amor.
A Amizade é a filha mais velha.
Uma menina linda, sincera, alegre.
A Amizade brilha como o sol…
A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria…culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao Pai, o Tempo.
A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor.
Ah! como esse me dá trabalho!
É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar…
Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um…
O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo!
Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo…e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!
Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa…
Tudo no final sempre dá certo, se ainda não deu, é porque não chegou o final.
Por isso, acredite sempre na minha família!
Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e principalmente no Amor…
Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade, baterei à sua porta!
Tenha Tempo para os Sonhos…
Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas!

A Lu, de final, nos deixa ainda a seguinte receita:

Receita cazêra minêra de môi de repôi no ái e oi:

Ingredienti:

*5 denti di ái
*3 cuié di ói
*1 cabeça de repôi
*1 cuié di mastomati
* sá a gosto

Módifazê:

*casca o ái, pica o ái i soca o ái cum sá
*quenta o ói na cassarola
*foga o ái socado no ói quênti
*pica o repôi beeeeemmmm finin
*foga o repôi no ói quênti junto com o ái fogado
*poim a mastomati i mexi cum a cuié pra faze o môi

**Sirva com rôis e meléti

Empório Sagarana (Vila Romana – São Paulo)



O site da casa descreve com perfeição: “Sagarana é uma pausa. Uma passagem no tempo-espaço. Um portal. Desprenda-se da miríade de compromissos que São Paulo te impõe. Sagarana tem seu próprio tempo e você vai se sentir bem nele. Desencane do medo e do stress da cidade grande. No Sagarana todo mundo é amigo, companheiro, colega, parceiro. Sagarana é um pequeno, quase secreto endereço em São Paulo. Uma esquina sem tempo nem espaço, onde as pessoas podem exercitar o prazer de ser gente de novo”.
Veja bem, meu caro João Guimarães Rosa, e perdoe-me o pastiche: você zarpou dessa sagarana há mais de 40 anos e portanto, seja lá onde você anda, não faz a menor idéia do que seja um site e isso nunca lhe fez a menor falta. “As coisas mudam no devagar depressa dos tempos”, mesmo. Mas o que interessa é que desse tal empório você ia gostar e muito porque, ele sim, estava fazendo uma falta que só.
O danado fica num lugar que para encontrar tem que sair buscando. Ele abre no comecinho da noite, num trecho escuro e quieto da Vila Romana, e a gente passa e vê num relance tão ligeiro, que só depois vê que tinha visto. Vê uma luzinha amarelada e convidativa saindo de uma pequena casinha de esquina e tem a sensação embolada de que aquilo não era para estar ali, mas na paisagem das fazendas e dos vaqueiros das Gerais.


Antes que você fique entediado e pegue a saudadear, vou descrever o lugar: uma casa composta de uma única sala com um balcão de madeira da boa dividindo ela quase ao meio. Do lado menor ficam os donos da casa com as geladeiras e uma bancada que serve de cozinha, de onde saem maldades mineiras como uns pescados defumados, queijos, cervejas e cachaças, tudo tinhosamente servido, cada um de um jeito, cada qual no seu copo.

Do outro lado do balcão é o espaço para os amigos, com meia dúzia de mesas lindamente rústicas e algumas banquetas de ferro, onde dá para se aboletar e folhear livros de culinária mineira, de arte barroca e até o seu Sagarana. Na volta toda, prateleiras de peroba com tentadores potes de geléia, queijo, mel, mantas e garrafas de cachaça forram as paredes, pintadas de amarelo. 

Um Chico, um Caetano e um Milton saindo baixinho das caixas de som completam a bucólica atmosfera de um armazém isolado em uma cidadezinha qualquer. E tudo isso num espaço tão pequeno que o banheiro fica do lado de fora, alguns degraus abaixo do nível da rua.



A idéia disso tudo é do Paulo e da Priscila. Ele, artista plástico e grande sabedor das artes cachacísticas. Ela, pedagoga e mestra no preparo dos petiscos. Os dois mineiros dos bons, como você, mas de Alfenas, um bocadinho mais perto daqui.
Lembra quando você saiu mundão afora sempre levando as Minas Gerais encaramujadas dentro de ti? Pois eles matutaram um jeito de trazê-las para cá num tamanho um pouco maior, de um jeitinho que coubesse o casal e mais umas duas dúzias de amigos bem espremidos dentro. 
O causo é que eles já estavam aqui há uns anos e começou a doer aquela dor que só a saudade dói, aquela preguiça que essa pressa sem caminho de São Paulo dá, principalmente em quem não brotou dela. Mas você já tinha ensinado que “a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”.

Então, para nossa sorte e para não fazer desfeita a gente tão importante, o simpatissíssimo casal mandou vir as mineirices devidamente embrulhadas e engarrafadas. E para não cair na tentação de sair pelo mundo, trouxe o mundo todo para cá, dentro de garrafas de cerveja. Nem sei quantas são. Na verdade, nem eles. No cardápio tem umas 80, de tudo que é canto do mundo, mas sempre tem umas que não chegam e outras que chegam sem ser devidamente apresentadas no cardápio.
E é isso, João. Como você sabe, a vida é muito discordada. Tem partes. Tem artes. Tem as neblinas ‘de São Paulo’. Tem as caras todas do Cão e as vertentes do viver. E esteja onde você estiver, apareça quando quiser. 
A casa está aberta desde o ano passado e vai continuar assim, daquele jeito que você sempre soube contar como ninguém, sempre pronta a receber os amigos queridos. Afinal, como afirmam o Paulo e a Priscila, as cachaças, as cervejas, os petiscos e as tortas “são apenas uma desculpa para a gente fazer o que mais gosta: voltar a ser gente”.

Empório Sagarana – Rua Marco Aurélio 883, Vila Romana, São Paulo. Tel. 3539-6560. 
Horário: Segunda e Terça das 17h às 22h, Quarta das 17h às 23h e Quinta a Sábado das 17h à 1h.



Para vocês, um pouquinho do velho João:

Consciência Cósmica (Guimarães Rosa)
 
Já não é preciso de rir.
Os dedos longos do medo
largaram minha fronte.
E as vagas do sofrimento me arrastaram
para o centro remoinho da grande força,
que agora flui, feroz, dentro e fora de mim...
 
Já não tenho medo de escalar os cimos
onde o ar limpo e fino pesa para fora,
e nem de deixar escorrer a força dos meus músculos,
e deitar-me na lama, o pensamento opiado...
 
Deixo que o inevitável dance, ao meu redor,
a dança das espadas de todos os momentos.
E deveria rir, se me restasse o riso,
das tormentas que pouparam as furnas da minha alma,
dos desastres que erraram o alvo de meu corpo...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mudamos!


O Lugarzinho está em novo endereço: www.lugarzinho.com 

Uma nova casa, mais espaçosa e organizada, 
com muito mais atrações para você.

Te esperamos lá!



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Estamos de mudança...


Queridos amigos,

O Lugarzinho está mudando de endereço.
A casa ficou meio apertada e por isso estamos migrando para um lugar maior, para que todos possam encontrar o que procuram com mais facilidade e conforto.
Nos próximos dias, traremos muitas novidades para vocês.

Abraços.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

VÂNIA BASTOS



Indica seu lugarzinho em São Paulo


Olá, queridos...
Uma coisa que adoro fazer é ir, aos sábados, à feira da Praça Benedito Calixto. Sei que não é uma grande novidade para ninguém, mas é que realmente eu gosto muito de lá. Gosto de passear pela feira, almoçar ali mesmo no Consulado Mineiro...hum....uma delícia!
Acho interessante simplesmente ficar andando por lá, pois você pode ir sozinho, que certamente vai encontrar amigos ali, vai ouvir chorinho, ver objetos descolados, roupas diferentes.... e pode passar um sábado contente em plena São Paulo.
Já morei ali perto (quando a feira começou), na Oscar Freire, mas agora moro na Raposo Tavares. Tô achando bem-bom morar por aqui... e fica perto de Pinheiros, de onde eu tanto gosto.
Beijo pra todos. 
Vânia Bastos.



Voz fundamental da música contemporânea, Vânia Bastos é um dos ícones da chamada “Vanguarda Paulistana”, movimento que revelou ainda nomes com Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção, entre outros.
Atualmente está divulgando seu mais recente CD “Nabocadolobo”, voltado inteiramente à obra de Edu Lobo.
Vânia irá se apresentar hoje (16/12), sábado e domingo, ao lado de Maria Alcina e Virgínia Rosa, no Sesc Bom Retiro.



Serviço:
Praça Benedito Calixto – Pinheiros.
Consulado Mineiro – Pça Benedito Calixto 74. T: 3064-3882.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

BEMVINDO SEQUEIRA



Indica seu lugarzinho em São Paulo


Ah, meus amigos,
Uma coisa que eu amo fazer é almoçar no Viena do Conjunto Nacional. Independente do horário e dos pratos, o lugar é muito especial, pois, da varanda, enquanto a gente almoça, vê São Paulo desfilando diante de nós.
Gosto de muitas coisas, mas minha escolha sempre cai no salmão grelhado. O salmão de lá é muito especial, realmente delicioso, saborosíssimo.
Já a bebiba é água mesmo, por causa da dieta nutricional.

Bjos

Bemvindo


Bemvindo Sequeira é um ator, humorista, autor e diretor de teatro, cinema e TV.
Atuou em mais de quarenta peças teatrais e na televisão ficou famoso por suas interpretações como "Bafo de Bode" em Tieta, e como "Zebedeu" em Mandacaru.
Atualmente escreve para seu engraçadíssimo blog  (www.blogdobemvindo.zip.net) e prepara-se para viver um gangster mafioso em “Máscaras”, próxima novela da Record.
Para quem ainda não viu, vale dar uma olhada no vídeo que o ator postou no youtube voltado para os atendentes de telemarketing, em http://www.youtube.com/watch?v=WBzBCbUOG0Y.


Serviço:
Viena – Rua Augusta, 1835 / Av. Paulista, 2001 (Conjunto Nacional). Tel: 3283-4130